31 de agosto de 2011
11 de agosto de 2011
Terceira edição não será realizada por falta de patrocínio
Organização anuncia cancelamento do -Festival Música do Mundo-
A coordenação do Festival Música do Mundo anunciou nesta quarta-feira (10) no blog oficial do eventoo que a 3ª edição do festival está cancelada. Segundo a organização, o motivo do cancelamento é a desistência de um dos patrocinadores de apoiar o evento. Ainda conforme informa o blog, o festival teria um custo estimado em R$ 1 milhão, mas os patrocínios obtidos até agora não cobririam nem 20% do total.
O festival, que foi realizado nos últimos dois anos em Três Pontas, trouxe para o Sul de Minas shows com artistas como Milton Nascimento, Wagner Tiso, Jorge Vercilo, Sá e Guarabyra, 14 Bis, entre outros.
Neste ano, o festival seria realizado entre os dias 7 e 11 de setembro.
29 de julho de 2011
CORPORAÇÃO MUSICAL SANTA CECÍLIA
(Balancete mês de junho de 2011)
Receitas Despesas Saldo
Recebido da Prefeitura Municipal , apresentação no mês de Maio,
a importância de.............................................................................. R$ 800,00
Doação de Neuza Vich- uso da sala da Banda R$ 10,00
Doação José Luiz Garbi R$ 15,00
__________________________________________________________________________________________________________________
Água mês de março, abril, maio , xerós( Carlinhos) e luz dos me
ses de abril e maio R$ 146,68
Pagamento de débito em atraso “Cido Som “, parcelas caixas acús
Ticas R$ 200,00
Água- mês de junho R$ 14,58
Material de Limpeza R$ 19,89
Conserto Caixa Acústica p/uso do teclado R$ 10,00
Pagamento de empréstimo feito em 2010 (2 parcelas) R$ 256,00
__________________________________________________________________________________________________________________
Totais R$ 825,00 R$ 647,15 R$ 177,88
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José Mauro Noronha- Presidente Jairo Benedito Nogueira- Tesoureiro
Balancete mes de Junho
CORPORAÇÃO MUSICAL SANTA CECÍLIA
(Balancete mês de junho de 2011)
Receitas Despesas Saldo
Recebido da Prefeitura Municipal , apresentação no mês de Maio, importância de.............................................................................. R$ 800,00
Doação de Neuza Vich- uso da sala da Banda R$ 10,00
Doação José Luiz Garbi R$ 15,00
__________________________________________________________________________________________________________________
Água mês de março, abril, maio , xerós ( Carlinhos) e luz dos meses de abril e maio R$ 146,68
Pagamento de débito em atraso “Cido Som “, parcelas caixas acústicas R$ 200,00
Água- mês de junho R$ 14,58
Material de Limpeza R$ 19,89
Conserto Caixa Acústica p/uso do teclado R$ 10,00
Pagamento de empréstimo feito em 2010 (2 parcelas) R$ 256,00
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Totais R$ 825,00 R$ 647,15 R$ 177,88
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José Mauro Noronha- Presidente Jairo Benedito Nogueira- Tesoureiro
7 de julho de 2011
5 de julho de 2011
30 de junho de 2011
28 de junho de 2011
13 de junho de 2011
19 de maio de 2011
A Música e seus Belos Variados Rítmos
Música Clássica: A música clássica é um dos mais antigos estilos de música. Ela conta apenas com a parte da composição musical, e não com a parte cantada. Como exemplos de músicos clássicos podemos citar : Mozart, Verdi, Beethoven.
Jazz: O jazz é um estilo de música baseado na improvisação, e na brilhante mistura da guitarra, do baixo, do piano, dos metais, da bateria, e às vezes no vocal. Popularizado em New Orleans, o jazz vem até hoje encantando multidões com a sua inconfundível levada. Como exemplos de jazzistas, podemos citar : Louis Armstrong, Duke Ellington, Mieles Davis.
Blues: O blues é como uma versão um pouco mais pesada do Jazz. Foi criado pelos negros, às margens do rio Mississipi. Os negros utilizavam as letras do blues, para desabafar e falar sobre os preconceitos que sofriam naquela época. Como exemplos podemos citar: B.B. King, Jonh Lee Hocker, Jimmy Hendrix, Eric Clapton.
Rock'n'roll: É uma versão mais dançante do blues. Foi realmente popularizado em 1950 por Elvis Presley. Beatles, Rolling Stones, Avril Lavigne.
Rap: Muitos confundem Rap com Hip Hop. Mas ao contrário do que pensam, o rap é uma das subdivisões do Hip hop, que é uma forma de expressão representada da seguinte forma: esporte (skate), pintura (grafite) , e música (rap). O rap foi criado pelos guerrilheiros mexicanos na guerra do Golfo. Como exemplo de Mc's , temos : Rappin Rood , Pavilhão 9 ( primeiro grupo a misturar rock com rap ) , Shaggy (mistura rap com reggae).
Hard Rock: É mais uma divisão do blues. Foi criada por um grupo britânico chamado Led Zeppelin. É tradicional dos pubs ingleses. Exemplos: Led Zeppelin, Deep Purple
Bossa Nova: Foi criada pela alta sociedade carioca. A cultura brasileira passou a contar com os trabalhos de talentosos compositores como: Toquinho, Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Elis Regina.
9 de maio de 2011
AGRADECIMENTO
A Corporação Musical Santa Cecília tem o prazer em agradecer a todos que de uma forma ou de outra vem ajudando-a e principalmente agradecer o público do dia 07/05/2011 na Praça Sagrado Coração de Jesus na apresentação para o dia das mães, foi uma brilhante apresentação da Orquestra Santa Cecília.
Um sincero obrigado de todos músicos de nossa Orquestra.
5 de maio de 2011
29 de abril de 2011
Semana Santa 2011
A Corporação se apresentou no dia 19/04/2011 na Praça do Mercado e na Praça Sagrado Coração de jesus na ocasião da procissão do encontro e dia 22/04/2011 no Estádio Ataliba de Mores na Encenação de Cristo. Podendo contar com a presença ilustre dos músicos Samir, Francisco Neto, Francisco Mores, Antonio, jairo Nogueira, Mauro Noronha, Carlos Adail,João Vianney, Patrick Wesley, Aristóteles, Luiz Garbi e dois novos músicos da corporação, Álvaro e Vinicius.
27 de março de 2011
Semana Santa
Obrigado pela presença em nossas duas apresentações, dia 19/04 e 22/04 na semana santa.
12 de março de 2011
Jazz em Belo Horizonte
Big Band do Palácio das Artes prepara concerto de jazz
No repertório de peças de Duke Ellington.Apresentação terá a participação do guitarrista Thiago Nunnes e da cantora Rita Medeiros
A reação do público nos dois últimos concertos da Big Band Palácio das Artes, no fim do ano passado, inspirou programa que marca a abertura da temporada 2011, no Grande Teatro, no dia 30. Com repertório jazzístico, que reúne clássicos interpretados por divas do gênero, na primeira parte; e canções do mestre Duke Ellington, depois do intervalo, o grupo quer repetir fenômeno de casa cheia. Além disso, espera assistir do palco o entusiasmo da plateia com o estilo eternizado como símbolo de liberdade e descontração. À frente da Big Band, o maestro cubano Nestor Lombida Hunt comemora início da temporada promissora, que conta sobretudo com apoio do público mineiro, cada vez mais próximo deste tipo de espetáculo.
Assim como outros integrantes da Big Band, Lombida não tem dúvidas de que a apreciação do jazz tem sido intensamente estimulada pela realização de festivais, com atrações nacionais e internacionais que reafirmam os encantos da música. “Aumentou até a procura de estudantes por instrumentos como trompete e trombone, geralmente pouco assediados nas escolas de música. Isso é muito bom, desperta as pessoas para outras sonoridades”, comenta o maestro. Ele acrescenta que o ganho não é apenas artístico. “O resultado a curto prazo é inclusive social, porque se trata de reconhecer que os jovens estão interessados a aprender e a se expressar por meio de um instrumento diferente, que lhe chamou atenção. A música desperta para a sensibilidade, induz a comportamento mais humanístico e oferece outras perspectivas que estão além da violência e criminalidade, que são um dos grandes problemas de nosso tempo”, avalia.
Natural de Havana, o maestro cubano está radicado no Brasil há 19 anos, 15 deles em Belo Horizonte. Ele observa que este entrosamento entre a cultura popular americana, brasileira e de seu país se deve a elemento comum: o berço africano. Por isso, ele argumenta, a música soa tão familiar, ainda que um pouco diferente. “As pessoas se identificam prontamente; é só uma questão de oferecer o repertório. Pode até ser que o toque pareça novo para alguém, mas este ingrediente, que diz respeito à matriz cultural, facilita o entendimento e a assimilação”.
A esses critérios o maestro somou característica bem particular dos mineiros, que é o apreço pelo canto. Ter convidado cantoras ano passado chamou atenção de Lombida para o quanto a música vocal é forte no estado. “É incrível como os mineiros gostam dos cantores. O público reage com euforia. Estamos experimentando este formato, com convidados, há cerca de seis meses. É pouco tempo para uma avaliação mais consistente mas a resposta da plateia já indica que estamos no caminho certo”. Para o maestro, o desenvolvimento da Big Band Palácio das Artes tem se dado ano a ano, com empenho dos instrumentistas, que se dedicam em busca de aprimoramento. “Perseguimos a qualidade, a melhor maneira de interpretar, investigando identidades culturais”, diz.
EMOÇÃO NA VOZ Cantora versátil, com timbre vocal privilegiado, Rita Medeiros interpreta Cry me a river, de Arthur Hamilton, na primeira parte do programa. Ex-integrante do Lirycal Jazz, ela conta que se interesse pelo jazz aumentou depois da recomendação do tio Estevão La Casas para que Rita ouvisse Julie London – diva norte-americana dos anos de 1960. “Ela tinha uma forma de interpretar impressionante, intensa. No jazz, não há limites para as emoções”, comenta. Rita, que participou do concerto ano passado, diz que a oportunidade de cantar acompanhada de uma big band é um privilégio. “É singular a sensação de cantar com todo o volume dos metais. A energia é especial”.
Coordenador do grupo há um ano, o guitarrista e violonista Thiago Nunnes também participa como convidado do programa em I don’t mean a thing, de Duke Ellington. “Nestor fez um arranjo especialmente para esta situação e fique muito feliz de ter sido convidado. Tem muito espaço para improvisação, que é a essência do jazz”. Para Nunnes, a consolidação do gênero na cidade se deve também à maneira como a música e seus intérpretes se relacionam com o público. Ele argumenta que a falta de previsibilidade cria expectativas que prendem a atenção da plateia, como se as pessoas que assistem também participassem ativamente dos concertos.
Realeza do jazz
Edward Kennedy “Duke” Ellington (1899-1974) foi o primeiro músico de jazz a entrar para a Academia Real de Música de Estocolmo, com talento reconhecido numa das mais importantes universidades do mundo. Compositor de jazz, pianista e líder de orquestra, sua obra foi uma das maiores influências no jazz dos anos 1920 aos 1960, e alguns de seus sucessos tornaram-se clássicos, como Sophisticated lady, Caravan e Mood indigo.
Formação da Big Band
• 5 saxofones
• 5 trompetes
• 5 trombones
• Base (“cozinha”): baixo, bateria, piano, guitarra e percussão
PROGRAMA
Primeira parteHomenagem às divas do jazz
• Samba del gringo (Frank Mantooth)
• Georgia on my mind (Hoagy Carmichael)
• Just the two of us (Ralph McDonald)
• Night and day (Cole Porter) – Participação especial de Fernanda Araújo
• Cry me a river (Arthur Hamilton) – Participação especial de Rita Medeiros
• Twenty something (Jamie Cullum) – Participação especial de Valquíria Gomes
• Fly me to the moon (Bart Howard)
• Wind a machine (Allan Gililand))
Segunda parte Homenagem à Duke Ellington
• In a mellow tone (Duke Ellington)
• Satin doll (Duke Ellington, Billy Strayhorn e Johnny Mercer)
• I don’t mean a thing (Duke Ellington) – Participação especial de Thiago Nunnes
• In a sentimental mood (Duke Ellington e Bob Russel) – Participação especial de Chon Tai Yeung
• Azure (Duke Ellington e Irving Mills)
• A la mambo (Duke Ellington)
• Take the A train (Billy Strayhorn e The Delta Rhythm Boys)
BIG BAND PALÁCIO DAS ARTES
Grande Teatro do Palácio das Artes, Av. Afonso Pena, 1.537, Centro, (31) 3236-7400. Dia 30 de março, 20h30.
R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).
20 de fevereiro de 2011
Morador de rua usa piano de rodoviária para fazer show relâmpago
Jazz, música clássica e blues chamavam a atenção de quem passava pela rodoviária do Tietê, zona norte de São Paulo, na tarde de 3 de fevereiro. O som vinha de um piano diante de uma cafeteria, perto das escadas rolantes que levam ao terminal de embarque. As melodias eram tiradas do instrumento pelo morador de rua Simon Bolívar, que sem pedir permissão a ninguém, assumiu as teclas.
Depois de tomar um banho por R$ 6 no terminal, Bolívar transformou em pedal improvisado seu jornal envolto em um saco plástico, sentou em frente ao instrumento e brincou com seus dedos grossos no piano negro.
Além das melodias tiradas espontaneamente de sua memória, o músico atendeu aos pedidos do pequeno público que se formou ao seu redor tocando um pouquinho de Little Richard (pianista norte-americano sucesso nos anos 50). Antes de entrar no ritmo frenético, porém, ele alertou: "rock é alto e pode incomodar". Bolívar não queria perturbar ninguém, só tocar. Após a apresentação relâmpago de 15 minutos, ele foi embora sem dizer para onde iria.
Durante o pequeno show, um rapaz segurando uma cerveja se prostou ao lado de uma lata de lixo. O clima era de piano bar improvisado. Simon sorriu e fez um breve sinal de positivo quando recebeu aplausos tímidos de um dos ouvintes. Em um rápido intervalo, uma mulher lhe deu os parabéns e disse que a arte estava "deixando de ser valorizada", já que havia um público tão pequeno ao seu redor.
O piano no terminal rodoviário do Tietê pertence a uma cafeteria e um músico contratado toca no local todas sextas-feiras. Apesar de agradar o público em seus 15 minutos de espetáculo, ao largar o instrumento Bolívar não aprovou a sonoridade.
http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/morador-de-rua-usa-piano-de-rodoviaria-para-fazer-show-relampago-20110220.html
16 de fevereiro de 2011
Mauro Continentino
O pianista carioca interpreta no piano acústico canções de jazz das décadas de 20, 30 e 40 .
Nome do Evento: Mauro Continentino
Onde: Centoe Quatro | Praça Rui Barbosa, 104 | Centro | 3222-6457
Data Inicial:16/02/2011
Hora Inicial:21:00
Entrada:R$10,00
Categoria:Show
Curitiba-PR
Onde: Centoe Quatro | Praça Rui Barbosa, 104 | Centro | 3222-6457
Hora Inicial:21:00
Categoria:Show
13 de fevereiro de 2011
Resultado do 1º Concurso de Marchinhas
Foi um grande sucesso o Concurso de Marchinhas de Brazópolis. Com 6 jurados, sendo 2 de Brazópolis e 4 de Poços de Caldas, o resultado foi unamine:
1º LUGAR: VIASACRA DO SEU JUCA -Fernando Martins e Banda suco de Laranja
2º LUGAR: A PLACA DO BURELA - Elisa Noronha D. Tavares e Ana Rita Noronha D.Silva
3º TÁ ME DANDO TREMEDEIRA - André Minchetti
Aguardem as fotos do Concurso e do Baile Pré Carnavalesco, que foi ótimo e muito animado. O salão lotou e a turma se divertiu a noite toda. Muito bom
mesmo!!!
Fotos no Blog A Janela
Fonte: www.ajaneladobraz.blogspot.com
1º LUGAR: VIASACRA DO SEU JUCA -Fernando Martins e Banda suco de Laranja
2º LUGAR: A PLACA DO BURELA - Elisa Noronha D. Tavares e Ana Rita Noronha D.Silva
3º TÁ ME DANDO TREMEDEIRA - André Minchetti
Aguardem as fotos do Concurso e do Baile Pré Carnavalesco, que foi ótimo e muito animado. O salão lotou e a turma se divertiu a noite toda. Muito bom
mesmo!!!
Fotos no Blog A Janela
Fonte: www.ajaneladobraz.blogspot.com
4 de fevereiro de 2011
As Guitarras
A guitarra elétrica (AO 1945: eléctrica) (também chamada apenas de guitarra) é um instrumento musical pertencente à família das guitarras, cujo som é sempre amplificado eletronicamente. É um Instrumento de cordas (ou cordofone), ou seja, o som é produzido manualmente pela vibração das cordas como no violão, porém é transformado em sinal elétrico devido a ação de captadores magnéticos (na maioria dos modelos).
Os sinais elétricos podem ser simplesmente amplificados e emitidos por um alto-falante que converte os sinais elétricos em ondas sonoras, ou pode ser modificado antes de ser novamente convertido em som pelo alto-falante.
Por sua potência sonora e pela possibilidade de alteração eletrônica de diversas características de seu timbre, as guitarras elétricas são utilizadas principalmente no rock, música pop, blues ejazz, podendo ser encontradas ainda em outros gêneros musicais.
Guitarras semi-acústicas
São guitarras que possuem caixa de propagação acústica, seu tamanho é relativamente maior que as maciças e seu som natural também é mais intenso. A abertura acústica pode causar influência na captação elétrica dependendo do tipo do captador usado (maior influência com captadores passivos e menor, ou nenhuma com captadores ativos. São guitarras mais usadas sem a adição de efeitos e são preferidas por músicos na produção de músicas jazz e blues tradicional.
Guitarras maciças
São guitarras de construção maciça, não possuem caixa de propagação acústica, seu som natural é pouco intenso e consegue ter mais sustentabilidade na nota. Podem ter o braço embutido ao corpo (quando inteiramente feito de uma única peça de madeira), colado ou ainda parafusado. Pelo fato de não apresentarem caixa acústica, a madeira com que são construídas é a principal responsável pelo timbre que elas entoarão. As guitarras maciças são preferidas por músicos que necessitem adicionar efeitos sonoros (principalmente distorção) e tem seu uso mais realizado para produção de músicas dos estilos e derivados do rock como o heavy metal. Os modelos mais conhecidos entre as guitarras maciças são asFender Telecaster e Stratocaster, as Gibson Les Paule SG, bem como as guitarras Ibanez, Jackson, ESP,Washburn, muito utilizadas no heavy metal.
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